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Trinta por uma linha

As pedras da calçada

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Quando, por altura da Páscoa, me encontrava a confessar, tendo a conversa passado pelas dificuldades que por vezes encontramos na nossa vida e que nos são tão difíceis de ultrapassar, o meu confessor confessou-me que costuma dar uma prenda muito especial a todos os noivos a quem celebra o seu matrimónio. Essa prenda é, nada mais, nada menos, do que duas pedras da calçada. Sim, é mesmo isso que estão a pensar, o padre oferece aos noivos dois paralelos. Os ditos calhaus seguem dentro de uma caixa com um laço cor de rosa a ornamentar! Tudo como deve ser feito! Depois de garantir que os nubentes, que passaram a esposos, recebem a oferenda, o padre refere o que deve ser feito com elas. Segundo ele, mal eles saiam da igreja, ao passarem pelo rio mais próximo, devem atirar as duas pedras para o fundo do rio. Então, deixam passar uns valentes anos e devem dirigir-se à foz desse mesmo rio recolher os dois seixos em que os paralelos se transformaram. 

Confesso, como já confessei ao meu confessor, que adorei esta metáfora da vida. Diz-nos muito do que se passa nos nossos dias e, se deixarmos, confere um enorme sentido aos altos e baixos das nossas vivências. Podemos começar a nossa vida, neste caso a nossa vida matrimonial, como dois objetos imperfeitos, grosseiros, mas prontos a sermos lapidados. Serão as alegrias, os momentos bons da nossa vida, mas também as decisões que tomarmos, as agruras por que eventualmente teremos de passar e as batalhas que travarmos que nos vão moldar. É o conjunto desses acontecimentos que nos vai aos poucos transformar. Se quisermos, podemos olhar para esta metáfora da perspetiva da vida a dois, em que de vez em quando vamos chocando, vamo-nos lapidando e, ao mesmo tempo, vamo-nos construindo aos dois. Vamos mudando o que nos prende e vamos valorizando o que temos de bom.

Se houver predisposição para tal, se deixarmos que isso aconteça, seremos, no final das nossas vidas dois seixos lisos e harmoniosos. 

A ironia dos seres limitados

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É uma questão recorrente falarmos dos nossos limites. Não raramente assumimos que somos limitados, imperfeitos e frágeis. Arriscarei a dizer que está até um pouco em voga falar dos nossos limites e aprender a aceitá-los, como se fosse algo que nos é inerente. Não tenho nada a apontar a esse facto, eu próprio já falei dessa situação em alguns dos meus textos. No entanto, não quero ser mal interpretado, nem quero que passe uma mensagem errada e que eu não defendo. 

É verdade que somos limitados, todos nós temos falhas. Somos algo inacabado. Isso é ponto assente. Agora, não podemos é pensar que esses limites são eternos e inultrapassáveis. Mais importante ainda, temos de pensar quantos desses limites não existem por nossa própria iniciativa.

É que hoje acordei a pensar na ironia dos nossos limites, os limites que somos nós que colocamos a nós próprios. Pensemos em todas as vezes que dizemos "não consigo", "é muito difícil", "não vale a pena tentar". Pensemos também em tudo o que deixamos de fazer na nossa vida, por acharmos que não somos capazes, que está para lá dos nossos limites. É nesses momentos que surge a ironia dos seres limitados, pois de cada vez que dizemos uma dessas afirmações, estamos a declarar a nós próprios que não conseguimos, nem vamos tentar conseguir e, dessa forma, a nossa mente consciencializa-se, aos poucos, de que não conseguimos mesmo. Quando temos este tipo de comportamento, somos nós próprios que estamos a estabelecer e a perpetuar os nossos limites. 

Agora imaginemos que optamos por uma atitude oposta. Somos criaturas capazes, criativas e confiantes e, assim sendo, gostamos de desafiar os nossos limites. Por exemplo, se não gostamos de falar em público, se nos sentimos particularmente desconfortáveis ao falar para um grupo de pessoas desconhecidas, por que não nos desafiamos e começamos, aos poucos, a fazer algo que coloque esse limite em questão? Por que não começamos a ler em público e a ensaiar uns discursos quando estamos em jantares de amigos?

Este é um pequeno exemplo do que se pode fazer, do desafio que deve ser, para nós, desafiar os nossos limites, os nossos medos e receios. Temos sempre uma palavra a dizer, depende sempre de nós e não é a dizer constantemente que não conseguimos, não gostamos, nem queremos tentar que as coisas que menos gostamos vão desaparecer. É que, muitas vezes, são esses limites que nos separam da nossa felicidade e, por isso, só resta dizer, façamos por ser felizes!

Quanto menos de nós damos, menos queremos dar.

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Este post não será mais que a constatação de uma verdade que já todos sabemos existir. É o que se costuma designar uma verdade La Palice, por ser algo óbvio e lógico. Ainda assim, considero que é um tema sobre o qual nos devemos debruçar. Às vezes, conseguimos retirar as melhores lições das conclusões que damos por adquiridas. Comigo, aconteceu exatamente isso, neste caso particular. 

Com a pausa letiva da Páscoa, acabamos por ter uns dias em que, após a avaliação, temos um pouco mais de tempo para investir em nós, para praticar mais desporto, para ler mais, para escrever mais, para darmos um pouco mais de nós. Nos dias antes da pausa, já andamos a pensar em tudo o que vamos fazer, a fazer planos. 

Agora que estou de volta à rotina é que me apercebo que a maioria desses planos foi por água abaixo. Não fiz praticamente nada do que tinha planeado. Pratiquei menos exercício físico, não escrevi, não li. "Não tive tempo" digo eu a mim próprio. O que é engraçado é que quando tenho um dia cheio de aulas, consigo arranjar tempo para isso tudo. 

Quanto menos fazemos, menos queremos fazer. Lembro-me de ter ido correr a meio da semana passada e pensar para mim mesmo, "não sei como consigo fazer isto quase diariamente". E agora que a rotina retomou, percebo que chego até a sentir falta do exercício. 

Tudo isto para dizer que a nossa vida é realmente aquilo que quisermos fazer dela. Somos nós quem tem a última palavra. Se somos seres sedentários, passivos e inertes, não há mais ninguém para apontar o dedo a não ser nós mesmos. Podemos sempre arranjar desculpas, podemos inclusive escolher acreditar nelas. No entanto, desengane-se quem pensa que são os fatores externos que definem a nossa qualidade de vida. Por muito que nos custe e por muito que existam aspetos que saltem fora do nosso raio de ação, a última palavra é, salvo casos extremos, nossa. E isso dá-nos muito poder, mas dá-nos, simultaneamente, muita responsabilidade, porque demonstra-nos, sem qualquer margem de dúvidas, que só nós nos podemos separar dos objetivos a que nos propomos. Só a nossa inércia, falta de vontade ou qualquer outra desculpa que queiramos arranjar nos podem impedir e parar. Da mesma forma, só o nosso querer, a nossa fibra mental nos vai fazer levantar do sofá, desligar a televisão e dar uma caminhada no meio da natureza, nem que seja só para desfrutar da sua beleza, para admirar o mundo que temos. 

A qualidade da nossa vida é definida pela qualidade da nossa mente, pela qualidade dos nossos pensamentos, da nossa fibra e força mental. Quanto melhor dominarmos e controlamos a nossa mente, mais agradável a nossa vida se torna.

Somos um vaso de barro, com um tesouro escondido

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Em conversa com um companheiro cuja sabedoria e experiência ultrapassam em muito os meus humildes conhecimentos sobre a vida, veio a lume uma metáfora trazida por S. Paulo sobre a existência humana que me deixou surpreendido pela sua simplicidade, clareza, mas também pela verdade e ensinamento que encerra. 

Diariamente somos relembrados das nossas fragilidades e limitações, a cada passo encontramo-nos a tentar algo que nos ultrapassa, a fugir a sofrimentos que nos perseguem, a travar batalhas que, por mais que tentemos, não conseguimos ganhar. Temos a consciência que somos seres finitos, que somos fracos e limitados, pejados de defeitos que não conseguimos ultrapassar. Ainda assim, dir-me-ão vocês, caros leitores, e com toda a razão, somos capazes da maior das maravilhas, da mais inesperada das vitórias, quando já ninguém acredita em nós. Somos, portanto, um pedaço de nada que sem quê, nem porquê, achamos nós, consegue produzir algo que, por vezes, é venerado durante centenas de anos. 

É um raciocínio difícil de perceber, um paradoxo talvez, e para muitos nunca deixará de o ser. 

Para mim, que acredito que somos mais do que aquilo que mostramos, muito mais do que aquilo que deixamos transparecer, não é difícil perceber. Aliás, considero que nem se trata sequer de um raciocínio ou de algo meramente lógico. Trata-se única e simplesmente de acreditar. Crer que encerramos em nós algo muito maior do que tudo o que nos rodeia e muito mais poderoso que todas as nossas fragilidades. Quando acreditamos nesse valor, no momento em que não resta qualquer dúvida sobre o que realmente valemos, é aí que chegamos ao impensável, àquilo em que ninguém acreditava ser possível atingir. 

Podereis pensar, e tendes toda a liberdade para isso, que estou a debitar doutrina decorada, mas quem me vem acompanhando, quem me conhece sabe que não se trata disso. E poderia estar aqui um dia inteiro a dar-vos motivos, provas e razões para fundamentar o que estou a dizer. Todavia, não é esse o meu propósito. 

O meu objetivo é fazer-vos acreditar que é um facto, como São Paulo refere, que não passamos de um vaso de barro, de um barro cada vez mais frágil e seco, que se parte ao mais leve toque, mas por outro lado, possuímos, dentro de nós, um tesouro inestimável, uma força que nos transcende e que nos faz ir além, que nos ajuda a ultrapassar todos os obstáculos que vão surgindo no nosso caminho. A nossa única função é acreditar nesse tesouro, acreditar nele com todas as nossas forças e, quando isso acontecer, tudo ganhará uma nova perspetiva e o impensável acontecerá uma vez mais. 

Deixo-vos com as palavras do próprio São Paulo:

Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para demonstrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós mesmos. Sofremos pressões de todos os lados, contudo, não estamos arrasados; ficamos perplexos com os acontecimentos, mas não perdemos a esperança; somos perseguidos, mas jamais desamparados; abatidos, mas não destruídos; trazendo sempre no corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus, da mesma forma, seja revelada em nosso corpo. (...) Portanto, não desanimamos! Ainda que o nosso exterior se esteja a desgastar, o nosso interior está em plena renovação dia após dia. Pois as nossas aflições leves e passageiras estão a produzir para nós uma glória incomparável, de valor eterno. Sendo assim, fixamos os nossos olhos, não naquilo que se pode ver, mas nos elementos que não são vistos; pois os visíveis são temporais, ao passo que os que não se vêem são eternos. A morada eterna do cristão.

Disciplina, autocontrolo e força de vontade, os três pilares do sucesso

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Tenho vindo a falar da importância de estabelecermos objetivos na nossa vida. Eles são, como já referi, autênticos faróis que trazem um sentido autêntico à nossa vida e nos fazem navegar com um rumo bem definido. Também sei que a maior parte das pessoas têm objetivos para a sua vida. Uns mais bem definidos, outros nem tanto, uns mais nobres, outros mais mundanos. Há toda uma vasta variedade de objetivos que têm todos a mesma finalidade, o alcance de um bem estar que nos traga felicidade para a nossa vida. 

Ora, hoje, apetece-me falar um pouco sobre como atingirmos esses objetivos, ou melhor ainda, que virtudes devemos praticar, reforçar e estimular para criarmos o caráter certo que nos permita atingir as nossas ambições. Na minha opinião, tudo parte de três pilares básicos, que são consequência uns dos outros e que, combinados, nos fazem atingir o que queremos. Tudo começa com o nosso querer, do quanto desejamos atingir determinado objetivo. Só algo que desejamos ardentemente é que nos vai fazer mudar a nossa maneira de viver o dia-a-dia de modo a que consigamos atingir as metas a que nos propomos.

Assim, em primeiro lugar, devemos cultivar uma disciplina de ferro. Só seres disciplinados conseguem atingir os seus objetivos, só os que conseguem criar rotinas disciplinadas e que seguem religiosamente conseguirão chegar onde pretendem. É obvio que há pessoas que, por natureza, são mais disciplinadas que outras, mas todos nós nos podemos "disciplinar". A disciplina treina-se, exercita-se, torna-se um hábito.

Quando isto acontece, chegamos ao segundo pilar, o autocontrolo. Depois de nos tornarmos disciplinados, é mais fácil atingirmos o controlo sobre nós mesmos. Por muito que não nos apeteça fazer alguma coisa, sabemos que a devemos fazer, e sabemos que é através dela que vamos dar mais um passo rumo ao nosso objetivo final. Ao abdicarmos de estar sentado em frente à televisão, para irmos correr durante uma hora, quando o nosso objetivo é melhorar a nossa saúde, estamos a dizer à nossa mente que somos nós que estamos em controlo.

Por fim, para que tudo isto aconteça, tem de haver uma enorme força de vontade, que tal como a disciplina e o autocontrolo, é treinável. Uma das técnicas para aumentarmos a nossa força de vontade é, por exemplo, fazermos algo em que não nos sentimos confortáveis. Ao predispormo-nos a fazer algo fora da nossa zona de conforto, estamos a forçar o nosso querer, estamos a fortalecer a nossa vontade. 

Estes três pilares, quando conjugados, são um passo enorme rumo ao sucesso na obtenção dos nossos objetivos, porque quem quer muito alguma coisa, quem está disposto a abdicar de algo para obter essa coisa e se preparar para lutar incessantemente por ela, vai acabar por ir ao seu encontro.

A natureza dos nossos objetivos

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Tenho vindo a falar da importância de estabelecermos objetivos na nossa vida. Eles são, como já referi, autênticos faróis que trazem um sentido autêntico à nossa vida e nos fazem navegar com um rumo bem definido. Sei que a maior parte das pessoas têm objetivos para a sua vida. Uns mais bem definidos, outros nem tanto, uns mais nobres, outros mais mundanos. Há toda uma vasta variedade de objetivos, tendo todos a mesma finalidade, o alcance de um bem-estar que nos traga felicidade para a nossa vida. 

Ora, hoje, apetece-me falar um pouco sobre a natureza desses objetivos. 

Quando escolhemos os objetivos, há que realçar que devemos pensar em algo nobre, algo que não se encerre em nós mesmos, mas que, uma vez atingidos, traga também o benefício a outras pessoas. Sem querer julgar objetivos alheios, não posso deixar de referir que, na minha mais sincera opinião, objetivos que se centrem na obtenção de algo material e supérfluo, vão-nos trazer um sentido de realização imediato, mas que rapidamente se vai desvanecer e nos vai deixar rapidamente insatisfeitos à procura de algo mais. Penso que não haverá grande discussão relativamente a este assunto. Quanto mais nobre e amplo for o meu objetivo, mais difícil será de atingir, mais mudanças terá de acarretar, no entanto, maior será o prémio e a consolação, pois mais realizados nos sentiremos. 

Passando para a prática, vou apresentar dois exemplos da minha vida. Eu sou uma pessoa que dá valor às aparências. Considero que a imagem que transmitimos aos outros tem um papel importante no nosso dia-a-dia e por isso gosto de gastar dinheiro em roupa, tecnologia, se pudesse, carros, etc. Dessa forma, assumo que um dos objetivos da minha vida tem a ver com a obtenção de uma situação financeira que me permita atingir esses desejos. Por outro lado, outro dos meus grandes objetivos de vida, talvez o principal neste momento, passa por fazer a minha esposa feliz. Gosto de a ver sorrir e sinto-me contente quando vejo que ela anda realmente feliz. 

Pois bem, quando compro uns sapatos novos, uma camisa nova, ou até um telemóvel fico satisfeito e sinto-me realizado. No entanto, passado uns meses, quero outros sapatos, outra camisa e outro telemóvel. A satisfação é passageira. Por outro lado, quando vejo que consigo dar à minha esposa um estilo de vida que a deixa feliz, quando as minhas ações vão de encontro às ideias dela em relação ao que queremos para a nossa vida em comum, o sentimento de felicidade é muito maior, sentindo-me muito mais realizado e durante muito mais tempo. 

Ainda assim, são apenas dois pequenos exemplos do que podem ser objetivos de vida. O importante é perceber que quanto mais nobres os nossos objetivos forem, quanto mais incluírem o nosso próximo, melhor nos sentiremos e a sensação de realização mais duradoura será!

O porquê de eu gostar tanto da primavera.

Não vos vou mentir e dizer que a primavera sempre foi a minha estação preferida. Quando era mais novo, o verão estava no topo das minhas preferências. Eram as férias, a praia, o azul do mar, o tempo infinito para fazer o que se queria, os finais de tarde em companhia dos amigos deitados no campo sem fazer nada, simplesmente a olhar para o céu e a dizer o que nos vinha à cabeça. Era com o verão que sonhava o ano inteiro.

À medida que os anos vão passando, também nós vamos mudando. Acredito que, não sendo um aspeto positivo ou negativo, vamos apurando os nossos gostos, amenizando as paixões e tornando-nos mais harmoniosos naquilo que procuramos. E como tal, quando dei conta, já não passava o ano à espera do verão. Durante os meses de outono e inverno, dou comigo a desejar que chegue a mudança da hora e com ela a primavera. Gosto da temperatura amena, das flores que nascem, do sol que volta com mais força e dos campos que enverdecem. Mas, acima de tudo, gosto do que a primavera representa.

E, para mim, a primavera representa muito. 

Para começar representa o renascimento, o nascer de novo, com todas as novas possibilidades que isso acarreta. Simboliza, que após um período de menor fulgor, de retraimento e passividade do outono e do inverno, voltamos a sentir, pelo menos eu sinto, forças redobradas para me redescobrir e para melhorar o meu dia a dia. Volta a sensação de chegar a casa com o sol ainda alto, como que a dizer que ainda há muito para aproveitar no nosso dia, deixando no ar a promessa de que a seguir a esse, haverá outro igualmente belo. A primavera representa para mim, então, as infinitas possibilidades que nos são dadas para vencermos os nossos medos e receios, os nossos problemas e sofrimentos. Esta estação mostra que não há inverno que dure para sempre, não há noite que não acabe em dia, não há ramo seco, que não volte a florescer. 

Como cristão, a celebração da Páscoa e da ressurreição de Cristo ainda fortalecem mais este meu sentir, ainda dão mais força à esperança renascida e reforçada. 

No fundo, o florescer primaveril resgata a cor para a nossa vida, faz com que ganhemos novas ambições e rediscubramos antigos objetivos. Saibamos, assim, nós aproveitar esta época tão bela.

 

Fazendo justiça à fonte de inspiração deste texto, deixo-vos a cerejeira em flor que me acompanhou e inspirou na escrita deste texto, a partir da minha sala.

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